O reino conhecia a paz havia muito tempo. Fazendas enchiam seus vales, vilas de pescadores margeavam seus lagos e, da capital, o Rei governava protegido por muralhas que nunca tinham caído. Até que surgiram fogueiras na fronteira.
A Ascensão de Rex Goblin
Nas terras sombrias além das colinas, um goblin se ergueu acima dos outros. Astuto, cruel e de uma ambição sem fim, Rex Goblin uniu as tribos dispersas em uma única Horda de goblins, trolls, ogros, xamãs e feras. Seu objetivo era a capital, e a coroa do seu Rei.
A Defesa do Reino
Contra a Horda estava Arthur, comandante da defesa do reino. Quando a milícia perdeu a coragem, ele reuniu os arqueiros do vilarejo. Quando os goblins construíram jangadas e atravessaram a nado o Rio de Prata, ele defendeu as pontes e afundou seus barcos. Os monges do mosteiro escondido enviaram a ele seus Magos do Gelo, e os irmãos da forja lhe deram o poder do Martelo, para esmagar armaduras que nenhuma flecha conseguia atravessar.
Gorrak na Grande Muralha
No meio do caminho para a capital fica a Grande Muralha. Foi para lá que Rex Goblin enviou suas tropas de choque de elite, lideradas por seu Dracon, Gorrak, o Quebra-Muralhas, um guerreiro gigante com sangue de dragão cujo rugido lançava ao ataque todos os monstros ao seu redor. Nenhuma muralha jamais o tinha detido, e o reino estava prestes a descobrir por que ele tinha esse nome.
O Cerco da Capital
A Horda rompeu as muralhas externas e a luta chegou ao pátio do castelo. Arthur protegeu o povo que fugia para a torre de menagem e defendeu as últimas portas de carvalho. Mas o próprio Rex Goblin chegou à Câmara do Rei, e o destino do reino se decidiu em uma única sala.
Quando a guerra acabou, o estandarte de Rex Goblin estava jogado na poeira, e Arthur recebeu o título de Escudo do Reino. Mas restava uma pergunta: onde estava Gorrak?







